

GR.∙. OR.∙. INDEPENDENTE DO RIO DE JANEIRO
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35 Trinta e cinco Anos de Fundação
Grande Secretaria de Cultura
Rio de Janeiro, 10 de fevereiro e 2011
05 de fevereiro de 2011.
A Caminho da Luz. II
Já foi dito que tudo o que temos é só o passado. O presente é apenas um instante, que vivemos no passado. O futuro é o espelho do passado vivido logo após o instante do presente. Sempre o passado será presente, refletido no futuro. Não há como mudarmos isso. Entretanto, se do passado extrair as lições, principalmente, nos bons exemplos que o construíram, certamente o futuro a devir glorioso e altaneiro.
Não há como construir o futuro esquecendo-se do passado, e uma sociedade que não memoriza seu passado; não terá com certeza a certeza do futuro.
Existem alguns que até se lembram do passado, mas com o puro intuito de desacreditar do futuro; ora através do ceticismo, ora através se sua própria incompetência. Já foi dito que tudo o que temos é só o passado. O presente é apenas um instante, que vivemos no passado. O futuro é o espelho do passado vivido logo após o instante do presente. Sempre o passado será presente, refletido no futuro. E quando esses mentecaptos têm voz; a coisa se torna bestial fazendo até mal a muitos. Estou falando de uma sociedade que vilipendie-ia os antigos e esquece os jovens. A Maçonaria, que seja a única de maneira organizada e objetiva, tenta cuidar dos jovens. Mas ela encontra em seu próprio seio irmãos ou coisas, que viram as costas para isso e não se comprometem com principal dever da ordem que é a manutenção da vida.
Como é de conhecimento de todos, acredito eu, existem duas Ordens criadas por maçons ou pessoas a ligadas de alguma maneira a Maçonaria, que cuidam do encaminhamento dos jovens, tanto rapazes e moças, pela senda da virtude. Sendo essas: a Ordem Demolay e a Ordem Internacional das Filhas de Jô.
Nesse caminho deparamo-nos com pessoas iluminadas, que não precisamos de rezas, cantilenas ou orações para ver os iluminados. Eles simplesmente se apresentam, postando-se a ordem como dizemos. Desde meu amado Irmão Nilo, que o Grande Arquiteto levou, talvez para organizar o Capítulo, lá em cima. Um casal que pela descrição explica tudo: Ana e Ratinho. Rubens: introspecto, sereno e mestre. E tantos outros. A coisa cresceu e organizacionalmente precisava-se mudar de patamar, antes de cair na mesmice das organizações no Brasil, que chegam a um ponto que congelam e se precipitam ao fracasso. O GOIRJ a partir das ultimas administrações acordou para a necessidade do apadrinhamento de nossos jovens e com vários mecanismos e expedientes, assim começou a mudar no mundo maçônico a questão dos Demolays e Filhas de Jô. De pronto criou a Grande Secretaria de Assuntos Paramaçonicos e ai era necessário um homem, irmão e com o espírito dos patriarcas. E o Soberano Grão-Mestre escolheu aquele com a coragem e o destemor de Jacques Demolay somado a certeza de Jó. Falo de Sergio Antonio da Silva, sendo o ápice do seu trabalho, até agora, o ultimo sábado (5 de fevereiro de 2011): A sede do GOIRJ parecia centro estudantil, corredor de uma universidade, uma vereda da amizade cordial, sincera, pluralista e contínua. Meu Deus! Tudo o que um pensador sonha. Tive esse privilégio e agradeço profundamente Irmão Sergio. É bom chamar você de irmão sabia.
Espero que augures da vida não façam que seu caminho se afaste da grandiosa obra. Seu livro da eternidade ainda tem muitas páginas a serem escritas. De qualquer maneira parabéns a todos. Outra coisa: Rodrigo e companhia, não me esqueci de vocês. Obrigado por acreditarem em seus tios. Se não tivessem esse credo, nada seríamos. As meninas, hoje sob a tutela de Maria Alice, filha de Renor. O palácio dos Anjos continua em festa.
Meu caro não se trata de apanágio as vaidades múltiplas e sim responder aos vários juramentos que fazemos dentro da trajetória maçônica, que já passa dos 20 anos, os quais relembram sempre seu maior compromisso com o bem estar da humanidade. Então precisamos cuidar do futuro. Pois acredito que do antigo cuidamos, até demais. É que alguns ficam vivendo do passado, fruto até da inércia e se acomodam. Claro, como antes já foi dito o passado se reflete no futuro, mas o futuro sempre vem. E do novo não escapamos. Precisa-se conhecer o novo e interagir com ele, porque não estamos sós no mundo a outros que não cuidam, mas se aproveitam do novo. E aí? Como ficamos um futuro sem o novo. Vamos deixar que o passado mais uma vez seja deturpado? O erro se torne exemplo, e apologiado como está, permaneça?
Precisamos criar um fundo mantenedor para que os meninos e as meninas tenham segurança em seus projetos e ganhem confiança ao encarar o novo. Desta forma solicito a todos que ajudem. Indiquem mais jovens. Eles crescem. Dirijo-me a você meu irmão Venerável, já fui também, não temos que fazer beneficência? Então faça aos nossos jovens. Para que possamos ajudar aos jovens de fora. Participe das atividades. Venha conhecer os projetos e tragam os seus.
Como já foi dito: Gloria ao pai, ao filho e ao espírito santo. Assim como foi, é e será para todo sempre. Amém.
Jamais abdique do conhecimento, pois só assim terás o governo de si próprio.
Paulo Cezar Loyola Marques – MI 484 – Grande Secretaria de Cultura
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